O Tapajós não é mercadoria. Não é rota de destruição. Não está à venda.
Ao longo de sua história, a Turma do Curumim sempre esteve ao lado da Amazônia viva, das florestas em pé, das águas livres e das comunidades que mantêm, há séculos, uma relação de equilíbrio com a natureza. Defender o Tapajós é defender modos de vida, culturas tradicionais e o direito de existir com dignidade em seus próprios territórios.
Os rios da Amazônia não são apenas cursos d’água. São caminhos, são alimento, são memória, são identidade. São sustento para milhares de famílias e guardam saberes que atravessam gerações. Quando um rio é ameaçado, não é só o meio ambiente que sofre — são povos inteiros que têm seus direitos colocados em risco.
Com esta manifestação, reafirmamos um compromisso que faz parte do DNA do Curumim desde sua criação: educar, conscientizar e mobilizar em favor da vida na Amazônia.
Respeito aos povos do Tapajós é inegociável.
A Amazônia não está à venda.
E o futuro começa agora.
Turma do Curumim.